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Design gráfico
Meu papel
Designer gráfico e copywriter: evento, material impresso, criativos e a estrutura de copy da página.

Aqui o trabalho tem duas mãos: design gráfico e copy, no material de um evento de negócios e nas campanhas que o cercam.

Um painel de feira é lido de longe e de perto

O estande do summit resolve dois momentos diferentes no mesmo painel. De longe, o que precisa ser visto é a promessa e as marcas atendidas, que funcionam como credencial antes de qualquer conversa. De perto, o que importa é o próximo passo, que ali é a avaliação gratuita e o código de leitura.

Por isso a hierarquia é tão dura: uma chamada grande, uma faixa de marcas, e uma coluna de ação separada por uma linha vertical. Num corredor de evento, quem precisa escolher o que ler já foi embora.

Escrever a página antes de desenhar a página

A estrutura de copy da landing foi escrita seção por seção, com headline, texto, lista e chamada definidos antes do layout existir. Cada bloco declara a função que cumpre na sequência: a dor, o contraste, a promessa, a prova, a ação.

É o oposto de escrever depois para caber no desenho, e é o que evita a página bonita que não convence.

Adaptar formato não é redimensionar

As duas últimas peças são o mesmo criativo de evento em feed e em tela cheia, e a diferença entre elas é o que separa adaptação de esticamento.

No vertical, os palestrantes descem, a data e o botão sobem, e o título perde uma linha. Nada foi escalado: tudo foi recolocado. Peça de evento vive ou morre por três informações — quem fala, quando, e onde garantir a vaga — e essas três precisam estar acima do polegar em qualquer formato.

O painel do estande, em tamanho de feira
Folder, frente
Folder, verso
Visão 2026, formato de feed
Story
A copy da página, escrita seção por seção
Plano de Aceleração 2026, feed
O mesmo, remontado para tela cheia